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Tuesday, 23 June 2009
Saturday, 20 June 2009
Saturday, 2 May 2009
Tuesday, 24 February 2009
Esta também não parece rapariga para esta idade
Em contrapartida, o vídeo é substancialmente melhor.
Saturday, 14 February 2009
It's that time of the year again
Fujam das mesinhas a dois, envenenem chocolates, maldigam os homens/mulheres/e garotos, saiam em bando com amigos & amigas, riam-se muito alto dos casalinhos imbecis, apontem para as mesas duplas no Pizza Hut como se estivessem no Zoológico ("Olha aqueles dois, que cómicos!", "Aquilo é um par de Teenagerus Amorosus?"), decapitem ramos de flores, desenhem corações putrefactos, mas não deixem de ouvir o homem mais bonito do mundo (ou a mulher mais bonita do mundo, porque gostos não se discutem e isto não é, embora às vezes pareça, um gineceu).
Wednesday, 11 February 2009
A ouvir
God save us from all paranoia, except Radiohead's. Amen.
Labels:
Dá-me música,
Gostamos todos disto ou quê,
Radiohead,
TuTubo
Sunday, 8 February 2009
A place of love and mystery
"Um pouco de sexo e muita poesia", café & cigarros, ter esta senhora a cantar-nos a banda sonora dos dias... Não há muito mais na vida - e chega.
Labels:
Beth Gibbons,
Dá-me música,
Gostamos todos disto ou quê,
JêPê,
TuTubo
Tuesday, 6 January 2009
Imitando JêPê
Vá, finge que ainda acreditas que vou escrever um livro, romance sem chave, a história para acabar com as estórias, e p'ra começar - como é que se diz Pulitzer em português? Gastei as metáforas, sobram-me adjectivos, de qualquer das formas prefiro o inglês. Diz-me que sonhos trazias, que fazes dos dias, não estão muito usados, troco os teus pelos meus. E finge que não, não tinha razão, quem disse que a vida é sempre a perder.
[a ressacar depois de umas horas passadas a ler isto e isto também, lá do autor da real thing]
[a ressacar depois de umas horas passadas a ler isto e isto também, lá do autor da real thing]
Je vais me faire psychanalyser

Demain, je vais aller au laboratoire, parce qu’on m’a dit que je suis pas normal. Je vais me faire psychanalyser. "Docteur, je bois excessivement comme tous les autres, car ma pensée est triste et delirante, neurastenique mon pauvre coeur. La vie, toujours plus ordinaire et merveilleuse, se cache dans l'apparence des choses, entre l'amour et toutel mort. Et moi, je n'aime que la tragicomédie, j'ai des cauchemars et peux pas dormir avant que le soleil s'eveille. J'écris pendant la nuit mon oeuvre singulière: je connais dieu à cause de son absence et j'ai peur du silence e de la mer. Merde. Je ne
Eu, a Ju e mais uns milhares de pés descalços partilhamos a glória de ter descoberto o J.P. Simões, ex-Belle Chase Hotel, num concerto em Paredes de Coura, em Agosto de 1998, ainda o Sunset Boulevard, aliás Fossanova, não se tinha posto nas Fnacs desse país. Quando chegámos ao recinto, atrasados - eu, a Dona Ju, e o meu homem da altura (que estava lá para ouvir Tindersticks, que só actuavam mais tarde), já o JP Simões, de bigode decadente, cantava no palco menor, reservado aos inconnus. Foi amor à primeira audição: quem é este crooner, cruzamento de Tom Waits com paródia de Frank Sinatra? Quem é este, quem é este, repetia-se de boca em boca na ladeira de terra batida que desce em anfiteatro. Mais tarde, quando os Tindersticks chegaram ao palco principal, o público sabia que o melhor da noite já tinha passado.
Como deixei o país em 2000, nunca ouvi o "Toilette des Étoiles", segundo e último álbum dos BCH, ninguém me apresentou o Quinteto Tati, e conheço o 1970 só de ouvir no deezer. Uma pessoa anda cá fora a ganhar a vida e ninguém quer saber... Fica a ideia para prendas de natal - Natal é quando um homem quiser, e ainda só estamos nos Reis, ora.
Tuesday, 16 December 2008
Visto a camisola cinzenta
que me deu a Tia Inês. Não, a mana da roupa! Assim é que é.
Escolho o cachecol cor-de-rosa, o mais significativo da colecção, por ter sido o primeiro que comprei com esse propósito.
Era 1998 e eu ia estudar para Vila Real.
Avisei logo a minha Mãe que nesse ano não ia cortar o cabelo, não porque ela mandasse no meu cabelo (lá em casa sempre foi mais "cada um sabe de si, e o Pai tem a mania que sabe de todos"), mas para que não andasse sempre a perguntar quando é que eu cortava o cabelo.
Cabelo e cachecóis, eram as minhas armas contra o frio de Vila Real.
E casacos compridos, que de cada vez que usava o blusão verde de forro de pêlo (lembras-te, Pi?) gelava o rabinho até à UTAD.
Lembro-me de nesse ano também vestir imenso uma camisola cinzenta com o cachecol cor-de-rosa, embora já não saiba que camisola era essa.
Tenho sempre saudades quando me lembro desse ano, o frio nas manhãs das aulas práticas de Física às 8h, o caminho gelado (e eu com medo de escorregar e cair da ponte do comboio), o atalho que me deixou na melhor forma da minha vida, o Inverno de noites azuis-negras e a Fiona.
E o Natal mais Tim Burton de que me lembro, nesse reino longínquo e frio, todo ele azul-negro como esta música.
Escolho o cachecol cor-de-rosa, o mais significativo da colecção, por ter sido o primeiro que comprei com esse propósito.
Era 1998 e eu ia estudar para Vila Real.
Avisei logo a minha Mãe que nesse ano não ia cortar o cabelo, não porque ela mandasse no meu cabelo (lá em casa sempre foi mais "cada um sabe de si, e o Pai tem a mania que sabe de todos"), mas para que não andasse sempre a perguntar quando é que eu cortava o cabelo.
Cabelo e cachecóis, eram as minhas armas contra o frio de Vila Real.
E casacos compridos, que de cada vez que usava o blusão verde de forro de pêlo (lembras-te, Pi?) gelava o rabinho até à UTAD.
Lembro-me de nesse ano também vestir imenso uma camisola cinzenta com o cachecol cor-de-rosa, embora já não saiba que camisola era essa.
Tenho sempre saudades quando me lembro desse ano, o frio nas manhãs das aulas práticas de Física às 8h, o caminho gelado (e eu com medo de escorregar e cair da ponte do comboio), o atalho que me deixou na melhor forma da minha vida, o Inverno de noites azuis-negras e a Fiona.
E o Natal mais Tim Burton de que me lembro, nesse reino longínquo e frio, todo ele azul-negro como esta música.
Friday, 5 December 2008
Thursday, 4 December 2008
Divine
Correndo o risco de ser acusada de coisas esquisitas na cabeça por gostar tanto desta música
Com papel químico.
ou de começar para aí trends de votações sobre músicas, tenho de dizer isto.
O Freddy era genial, mas com o Bowie,
com o Bowie é simply divine.
Talvez explique porque tenho acordado todos os dias a trautear músicas dos Queen. Ou não.
Com papel químico.
Foi você que pediu um debate num blogue de grande audiência sobre as "break up songs"?
Na blogosfera, as ideias espalham-se como vírus. O Cachimbo de Magritte iniciou as hostilidades, a peleja continuou no Entre Deus e o Diabo, mas foi o jugular que declarou guerra aberta para escolher as melhores "songs of love and hate". Por lá passaram todúdia de ontem a arremessar com vídeos e comentários, provando que o tema das canções de amor & seus derivados, as canções de separação, apaixona como poucos.
Coincidência curiosa é a questão ter surgido exactamente uma semana depois de nós aqui no Diabo a Quatro termos feito um referendo para eleger a melhor "break up song" de sempre, inspirados no blogue a solo da nossa Joaninha. O que prova que a Ju & seu Isto é de Joana estão, blogosfericamente falando, muito à frente do seu tempo (muito, quer dizer: exactamente uma semana). Blogue denso & quasi-secreto, pois, mas vanguardista. Como aliás eu sempre disse...
Pronto, agora vou colar aqui o Unravel da Björk porque me apetece e porque todos os pretextos servem para ouvir esta "love / break up song". E também porque os versos me dispensam de postar o Speak of the Devil de hoje, combinando os dois assim numa espécie de pague 1, leve 2. Reparem na letra e verão que sim, também se fala no diabo:
While you are away
My loves comes undone
Slowly unravels
In a ball of yarn
Devil collects it [Aham!] with a grin
Our love in a ball of yarn
He'll never return it
So when you come back
We'll have to make new love
Coincidência curiosa é a questão ter surgido exactamente uma semana depois de nós aqui no Diabo a Quatro termos feito um referendo para eleger a melhor "break up song" de sempre, inspirados no blogue a solo da nossa Joaninha. O que prova que a Ju & seu Isto é de Joana estão, blogosfericamente falando, muito à frente do seu tempo (muito, quer dizer: exactamente uma semana). Blogue denso & quasi-secreto, pois, mas vanguardista. Como aliás eu sempre disse...
Pronto, agora vou colar aqui o Unravel da Björk porque me apetece e porque todos os pretextos servem para ouvir esta "love / break up song". E também porque os versos me dispensam de postar o Speak of the Devil de hoje, combinando os dois assim numa espécie de pague 1, leve 2. Reparem na letra e verão que sim, também se fala no diabo:
While you are away
My loves comes undone
Slowly unravels
In a ball of yarn
Devil collects it [Aham!] with a grin
Our love in a ball of yarn
He'll never return it
So when you come back
We'll have to make new love
Saturday, 29 November 2008
Speak of the devil
Por falar em Paraíso(s) perdido(s)...
"The reason Milton wrote in fetters when he wrote of Angels and God, and at liberty when of Devils and Hell, is because he was a true poet and of the Devil’s party without knowing it."
"A razão pela qual Milton escreveu agrilhoado quando escreveu sobre Anjos e Deus, e em plena liberdade quando escreveu sobre Demónios e o Inferno, é porque ele era um verdadeiro poeta e companheiro do Diabo, sem o saber."*
William Blake, The Marriage of Heaven and Hell (a "voz do diabo" fala sobre o "Paradise Lost", de Milton)
Ilustração: William Blake, "Satan Watching the Caresses of Adam and Eve", 1808 (Ilustração de "Paradise Lost", de Milton, Museum of Fine Arts, Boston)
* Tradução de Helena Vasconcelos
Friday, 28 November 2008
Speak of the devil

As soon as I'm left alone
The devil wanders into my soul
And I pretend to myself
I go out
To the old milestone
Insanely expecting
You to come there
Knowing that I wait for you there
(PJ Harvey, The Devil, White Chalk)
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Dá-me música,
PJ Harvey,
Speak of the devil
Thursday, 27 November 2008
Speak of the devil
xxiv. o diabo, um dos maiores dos monstros, se existisse numa qualquer encruzilhada, tocaria guitarra e teria outro nome.
(apontamentos para monstroário, por constantino corbain, in "Os monstros são nossos amigos" - blogue já falecido, rest in peace)
(a selecção musical é da inteira responsabilidade deste blogue. O constantino corbain que me desculpe, que ele tinha previsto outra coisa)
(apontamentos para monstroário, por constantino corbain, in "Os monstros são nossos amigos" - blogue já falecido, rest in peace)
(a selecção musical é da inteira responsabilidade deste blogue. O constantino corbain que me desculpe, que ele tinha previsto outra coisa)
Tuesday, 25 November 2008
Em adenda
Ficam de fora do referendo as seguintes, todas merecedoras pelo menos de menções honrosas: "Everybody Knows", Leonard Cohen (especialmente para quem foi traído); "She Chameleon", dos Marillion (especialmente para rapazes vitimizados por "one-night stands"); "Pois é", cantada pela Elis Regina (parece-me que do Chico Buarque, que regista assim segunda entrada no top); "Unravel", da Bjork (do Homogenic, um verdadeiro "break up" álbum - diz quem experimentou que dá grandes epifanias, especialmente quando acompanhado de vinho tinto); "The Good and the Bad Guy", My Brightest Diamond; o (talvez demasiado óbvio) "Creep", dos Radiohead; sem esquecer o excelente "Friend is a four-letter word", dos Cake (segunda entrada).
Do produto nacional, "Ouvi Dizer", dos grandes Ornatos Violeta, é um must (to be played at maximum volume), e já que estão por aí ouçam também o "Chaga", que não se arrependem (entretanto upgraded para o referendo - faltava o candidato n. 3, como insistentemente me avisaram os leitores deste blogue, por email, SMS e pombos correio. Ok, ok, ninguém reparou, mas eu sou assim a modos que perfeccionista).
Finalmente, há quem me garanta que "This mess we're in", da PJ Harvey e Thom Yorke, é uma boa break up song, but it does nothing for me: como música é excelente, mas acho que funciona melhor como banda sonora de amores impossíveis, tipo girl-meets-married-boy or boy-meets-married-girl ou married-boy-meets-married-girl-with-kids-and-fatal-disease-and-must-fly-New-York-in-a-rush... you get the drift.
Adenda à adenda: ainda me esquecia do "Cry me a River", cantado pela Julie London (mais um para a categoria "hás-de cá vir pedir batatinhas" - nunca são demais).
Do produto nacional, "Ouvi Dizer", dos grandes Ornatos Violeta, é um must (to be played at maximum volume), e já que estão por aí ouçam também o "Chaga", que não se arrependem (entretanto upgraded para o referendo - faltava o candidato n. 3, como insistentemente me avisaram os leitores deste blogue, por email, SMS e pombos correio. Ok, ok, ninguém reparou, mas eu sou assim a modos que perfeccionista).
Finalmente, há quem me garanta que "This mess we're in", da PJ Harvey e Thom Yorke, é uma boa break up song, but it does nothing for me: como música é excelente, mas acho que funciona melhor como banda sonora de amores impossíveis, tipo girl-meets-married-boy or boy-meets-married-girl ou married-boy-meets-married-girl-with-kids-and-fatal-disease-and-must-fly-New-York-in-a-rush... you get the drift.
Adenda à adenda: ainda me esquecia do "Cry me a River", cantado pela Julie London (mais um para a categoria "hás-de cá vir pedir batatinhas" - nunca são demais).
Cry me a river
Lá no outro tasco, a Ju decidiu eleger, de forma unilateral e sem consultar a blogosfera, a melhor canção de separação. Ganhou o "Trocando em Miúdos", do Chico Buarque, resultado que já foi questionado por observadores internacionais. Além do "Five Years", do Bowie, nem se sabe quem eram os outros candidatos, ou não fosse aquilo uma República da(s) Joana(s). Não houve campanha nem tempo de antena para ouvir as propostas dos candidatos e as máquinas de voto estavam claramente endrominadas para votar Chico "McCain" Buarque. Delegados da ONU para fiscalizar a eleição? Zero - I kid you not.
Aqui no Diabo queremos acabar com esta maneira de fazer política que em nada dignifica a música de chorar baba & ranho. Depois do aborto e do casamento dos homossexuais, chegou a hora de enfrentarmos juntos a questão realmente fracturante: qual é a melhor "break up song" de sempre?
Vocês decidem!*
*Os participantes na primeira grande sondagem do Diabo a Quatro levam para casa uma assinatura gratuita no deezer e um stock gigante de lenços de papel.
Aqui no Diabo queremos acabar com esta maneira de fazer política que em nada dignifica a música de chorar baba & ranho. Depois do aborto e do casamento dos homossexuais, chegou a hora de enfrentarmos juntos a questão realmente fracturante: qual é a melhor "break up song" de sempre?
Vocês decidem!*
*Os participantes na primeira grande sondagem do Diabo a Quatro levam para casa uma assinatura gratuita no deezer e um stock gigante de lenços de papel.
Sunday, 23 November 2008
They're not dead
they feel fine and have come back to haunt us.
For 3 years you YouTubers have been ripping us off, taking tens of thousands of our videos and putting them on YouTube. Now the tables are turned. It's time for us to take matters into our own hands.
We know who you are, we know where you live and we could come after you in ways too horrible to tell. But being the extraordinarily nice chaps we are, we've figured a better way to get our own back: We've launched our own Monty Python channel on YouTube.
O canal dos Monty Python está à distância de um clique. Com música ambiente (opcional), para provar à Administração que somos capazes de posts multimédia sem a ajuda dela.
(via Arrastão)
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No te Rias que Es Peor,
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